Um aluno
com deficiência física pode ter dificuldade em realizar muitas tarefas
rotineiras na escola e por isso depende de ajuda e cuidados de outra pessoa.
Com isso não participa ativamente das atividades escolares, pois não têm
oportunidades de se desafiar e criar como seus colegas. “É muito
frequente encontrarmos alunos que assistem seus colegas e não podem ser atores
do seu processo de descoberta e aquisição de conhecimento” .
Quando se
fala em tecnologia assertiva, significa resolver com criatividade os problemas
funcionais das pessoas com deficiência e encontrar alternativas para que as
mesmas tarefas sejam realizadas de outro modo. Para isso pode-se introduzir um
recurso que favoreça o desempenho da atividade pretendida ou modificar a
atividade, para que possa ser concluída de outra forma.
Dessa forma
pode-se adaptar materiais, a partir da confecção de engrossadores de
lápis, pincéis, giz de cera, rolo para pintura e tubo de cola colorida,
utilizando uma espuma encontrada em ferragens e que, originalmente, serve para
o revestimento de encanamento de água quente. Esta espuma é vendida em metro e
a encontramos em vários diâmetros. No caso da pessoa sem possibilidade de usar
as mãos, pode-se usar uma ponteira para a boca ou cabeça e com ela se pode
fazer, além da digitação, o desenho, a pintura, virar a página, entre outros.
(BERSCH, MACHADO, 2007)
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